blog do Pr. Alexsandro Costa

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Auditoria levanta dúvidas sobre a idoneidade do processo de inscrições de pastores




Pastores das Assembleias de Deus de todo o país estão entrando na justiça para impugnar seus registros de inscrição para a eleição da nova diretoria da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Segundo o relatório de uma auditoria, que o Gospel Prime teve acesso com exclusividade, foram constatadas diversas irregularidades, uma delas a de que muitas inscrições foram realizadas sem o conhecimento dos pastores membros da entidade.

Muitos nomes inscritos não constam no cadastro de associados da convenção, outros são de pessoas falecidas e outros ainda não estavam em dia com as anuidades, o que impede que os mesmos sejam inscritos, de acordo com o estatuto da própria denominação.

O relatório (veja na íntegra aqui), elaborado pelos auditores Oseias Gomes de Oliveira e Kléber Almeida da Silva, revelou que diversas irregularidades foram encontradas com a análise dos dados das inscrições, apontando dados inconsistentes de inscrição, como fornecimento de e-mails e telefones inválidos.

No total, já se somam 11 representações que descrevem, por meio de planilhas de conciliação de dados e documentação baseada nas auditorias as inconsistências encontradas. Segundo as informações constantes no relatório de auditoria, 793 e-mails foram verificados como inválidos, e muitos desses caracterizariam cadastro em série, pois todos têm a mesma formatação.

Também entre os números de telefones informados, 901 foram contabilizados como ausentes ou com dígitos faltantes. O relatório conclui que “é possível verificar que em alguns casos, a digitação do número de telefone é inválida, e foram criados de forma sequencial (…) demostrando claramente fundadas suspeitas de fraude e inserção falsa de informações no sistema eleitoral”.

O pastor Gesiel Oliveira, da Assembleia de Deus Zona Norte de Macapá (AP), que abriu uma representação a respeito das irregularidades encontradas no processo de inscrição, cita ainda que uma das evidências de irregularidades é o súbito aumento de inscrições no último dia válido para a inserção de nomes.

Segundo ele, de 18 mil inscritos a lista passou para 30,6 mil inscritos em cerca de uma hora.

“Em menos de uma hora, houve mais de 12,6 mil inscrições. Das 54 convenções cadastradas, apenas a Confradesp inscreveu 30,84% do total de inscritos. Isso não seria problema, se o espelho de detalhamento de inscritos não fosse negado pela comissão eleitoral. Esse fato acendeu a luz amarela, deixou clara a forma nebulosa como vem sendo conduzido esse pleito”, conclui Oliveira, acrescentando que são diversas situações que ameaçam a lisura do processo, chegando a dizer que a CGADB teria se tornado um “antro de ilegalidades”.

Entre os pastores que entraram com ação junto à comissão eleitoral estão o primeiro tesoureiro da CGADB e presidente da Convenção Fraternal dos Ministros das Assembleias de Deus do Espírito Santo (Confrateres-ES) Ivan Bastos, o presidente da Convenção Estadual da Assembléia de Deus no Amazonas (Ceadam-AM) Jonatas Câmara, o presidente da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus do Estado do RJ (Comaderj–RJ) Jonas de Paula, o presidente da Convenção Estadual da Assembleia de Deus no Estado de Roraima (Cedader) Isamar Ramalho, e os pastores Claudio Dias, Campelo Figueiredo, Gesiel Oliveira, Joed Caldas, Sadi Caldas, Enaldo Ferreira Brito e Rodivaldo Brito do Espírito Santo.

É a primeira vez na história da CGADB que um processo de auditoria é instaurado no período eleitoral. Ele foi determinado depois que indícios de fraude foram encontrados na última eleição, que culminou na continuidade do pastor José Wellington Bezerra da Costa como presidente, determinando seu 6º mandato à frente da denominação. Na época, diversas ações e litígios foram impetrados, mas um acordo anulou os processos, restando, no entanto, a promessa do fim da chapa única.

A eleição da nova mesa diretora está marcada para 9 de abril de 2017. O pleito é motivo de muita expectativa entre os integrantes da denominação, já que após 25 anos, o pastor José Wellington Bezerra da Costa não estará mais concorrendo. A disputa seria entre seu filho, José Wellington Junior e Samuel Câmara, que tenta a eleição pela 4º vez.

Uma das novidades do atual processo eleitoral foi a decisão de que todos os interessados poderiam concorrer livremente, sepultando o sistema de chapa única “de consenso”, o que para muitos representou uma vitória da democracia.

Também foi instituída a possibilidade de voto eletrônico. Os ministros que estiverem em dia com suas obrigações com a entidade podem votar pela internet de qualquer lugar do mundo. Isso solucionaria o problema de falta de lugares próprios para a realização da votação presencial. No último pleito foram mais de 16 mil votantes para a escolha da direção da entidade.

A Assembleia de Deus, fundada há 105 anos no Brasil, é a confissão evangélica com maior número de fiéis no país, com cerca de 12,3 milhões de membros, de acordo com último censo do IBGE.

Fonte: Gospel Prime



Líder está hospitalizado e acompanhado de familiares


Valdemiro Santiago é esfaqueado em culto


O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), Valdemiro Santiago, foi esfaqueado durante um culto ocorrido na manhã deste domingo (8/1). Segundo vídeo divulgado por Juliana Santiago gravado no hospital, Valdemiro contou o ocorrido.

“Acabando de ouvir um milagre, um testemunho, entrou alguém, não sei quem é, não vi, por trás […] e deu uma facada no pescoço, ou uma navalha, não sei, mas fiquem tranquilos, porque só vai quando Deus quer”, afirmou Valdemiro.


Ao lado de familiares, Valdemiro prometeu que em um futuro próximo voltaria a exercer suas atividades como pastor na instituição. “Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus”, disse o líder, que pediu orações.




Corte no pescoço de Valdemiro Santiago


Por fim, Valdemiro afirmou que espera o perdão divino ao autor dos ataques. “Ela carece de misericórdia, perdão. Não sei quem é, mas tá perdoada em nome de Jesus, tá abençoada. E quem mandou também tá perdoado e abençoado”.





Autor e a arma do ataque.


Assista o depoimento de Santiago:
Fonte: GOSPEL PRIME


Um pastor que, mesmo aos 98 anos de idade, se dedica ao evangelismo, teve a história de seu ministério contada ao mundo por grupos missionários que atuam no Sri Lanka.
O sacerdote que se mantém ativo mesmo com a avançada idade é Tiddy Senapatiratne, que além de liderar um ministério de intercessão, comanda o evangelismo da denominação a que pertence e também atua como conselheiro de outros pastores, escrevendo cartas a eles com mensagens de estímulo e orientação.
“Aos 98 anos, [meu avô] dirige o grupo de intercessão e escreve cartas para ajudar outros pastores cristãos. Em sua mensagem, ele desafia as pessoas a seguir as Escrituras e viver com fé em Deus”, disse Kevin Senapatiratne, neto do pastor.
Segundo o relato de Kevin, o pastor Tiddy enxerga sua velhice como um recado de urgência para exercer seu ministério. Em uma das cartas mais recentes, disse aos pastores que é preciso apreciar o tesouro que a Bíblia representa.
“Há algum tempo, escrevi em minha carta sobre a passagem que Deus nos manda meditar em sua Palavra dia e noite (Josué 1:8 e 9). Ele não somente nos mandou fazer isso, mas também deu promessas […] Josué tinha cinco livros naquele momento, mas agora temos 66 livros (a Bíblia), para ler e obedecer. Também temos muitas outras promessas contidas neles. Deus nos ama tanto, e estou certo que vocês experimentaram esse amor de muitas formas”, afirmou o pastor na carta.
O veterano pastor destacou que a leitura diária da Palavra de Deus é uma atividade essencial para que o amadurecimento da vida cristã aconteça e que a alma esteja alimentada: “Devemos ler a Palavra de Deus com frequência, se possível todos os dias. Pelo menos uma porção diária. Isto nos fará mais fortes, e venceremos em nossa vida cristã”, disse, de acordo com informações do Noticias Cristianas e do Bibles4MidEast.
“Conheci um homem chamado Sr. Leisser, que era dono de uma companhia inglesa no Sri Lanka. Me disse que tinha lido a bíblia 40 vezes. Ele a conhecia por completo, do inicio ao fim. Nós não precisamos fazer tudo isso, mas sim, devemos fazê-lo com frequência para a glória de Deus e para a salvação das almas. Somos abençoados. Será útil aprender e recordar os versículos da Bíblia”, acrescentou o pastor Tiddy.
O argumento dele é baseado em Hebreus 4:12, que diz: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.
“Não há desculpas para levar uma vida cristã acomodada”, sublinhou o pastor. “Quando vemos o que ocorreu com os apóstolos de Jesus, não temos nenhum desejo de fazer o mesmo? Podemos dar desculpas, dizendo que vimos Jesus fazer tudo, mas e nós? Devemos pedir que Jesus nos dê uma visão e poder para fazer o mesmo, somos tijolos na construção de sua obra”, concluiu.
Fonte: GOSPEL +


Mestre em Ciências da Religião e doutora pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Valéria Vilhena, considerada feminista evangélica, defende em entrevista a ideologia de gênero, aborto e o casamento gay.

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A Mestre em Ciências da Religião e doutora no programa Educação, História da Cultura e Artes da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Valéria Vilhena, concedeu entrevista ao portal de notícias UOL, onde falou sobre ideologia de gênero, direito ao aborto e casamento gay, tecendo críticas também a bancada evangélica.
A docente que tem em sua página pessoal no Facebook a capa com foto da ex-presidente Dilma Roussef (PT-MG), cassada por crime de responsabilidade, e onde também consta postagem associando a igreja cristã a violência doméstica e cristãos ao ódio de forma abstrata, declarou que “…gênero e religião combinam”, fazendo alusão a necessidade de combater a desigualdade de gênero dentro das igrejas.

Postagem no Facebook da Doutora Valeria Vilhena, associando cristãos ao ódio, após críticas na internet devido sua entrevista ao portal UOL.

A postagem acima, ao que parece, é um desabafo. Antes dela, Vilhena postou: “devido a reportagem dada a UOL estou recebendo muitos xingamentos”. De fato, xingamentos e ofensas, calúnias, não devem ser aceitos numa sociedade onde a liberdade de expressão, consciência e exercício filosófico são garantias constitucionais. Todavia, o que parece ter sido motivo de polêmica na entrevista de Valeria Vilhena é a associação doutrinária que ela fez da igreja evangélica a violência doméstica, assim como sua defesa ao casamento gayaborto e ideologia de gênero.

Sobre mulheres evangélicas que sofrem violência doméstica

Perguntada pelo UOL a razão da sua pesquisa durante o mestrado ter chegado a conclusão de que 40% das mulheres que sofrem violência doméstica serem evangélicas, Vilhena após pontuar que o medo é uma das causas, fala sobre qual tipo de aconselhamento pastoral as mulheres evangélicas costumam receber dos pastores, dizendo:
“…o pastor aconselha mais submissão, em nome de Deus: ‘Seja sábia, fique calada, não enfrente’. A questão da interpretação, da hermenêutica da teologia, acaba fortalecendo ainda mais esse quadro de violência contra as mulheres no meio evangélico, porque a teologia que é passada é a da obediência ao marido.”
Não é possível dizer se a declaração conclusiva de Vilhena de que pastores dizem “fique calada, não enfrente” trata apenas de um caso trágico e biblicamente equivocado, o qual ela deve ter pleno conhecimento, ou se retrata todos os casos, pois a mesma não deixa claro se são fatos específicos, dando entender que essa é a prática comum e generalizada.
Por outro lado, de fato, a teologia cristã ensina obediência, porém, sob uma circunstância onde a “…questão da interpretação, da hermenêutica” não deixa margem para dúvida sobre qual contexto essa obediência (diferente de subserviência) acontece, como está escrito:
“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (…) Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;” (Efésios 5:25-29)

Valeria Vilhena afirma durante entrevista ao portal UOL que o conselho de pastores a mulheres vítimas de violência doméstica é para ficarem caladas e não enfrentarem seus maridos.

O conceito de obediência/submissão recomendado por Paulo em Efésios 5:24 não deve ser lido isoladamente, sem a amplitude da doutrina cristã, uma vez que “amar o próximo como a si mesmo” implica no respeito integral ao outro. Por isso Paulo associa o relacionamento do homem e da mulher ao modelo de Cristo e a Igreja. Ou seja; o sentido de obediência não trata de obrigatoriedade, subserviência, mas sim de entrega voluntária e confiança baseada numa autoridade demonstrada através do amor e cuidado recíprocos.

Sobre a “cultura do estupro”

Na questão “cultura do estupro”, Valeria Vilhena reforça a tese de que as diferenças de gênero na maneira como meninos e meninas são educados produzem, mais tarde, um estuprador em potencial.
“Se a gente pensar na cultura do estupro, tenho doutrinas na igreja que são muito mais rígidas com as meninas do que com os meninos. Nós, mulheres, é que provocamos com as nossas roupas, com a nossa maquiagem, com o nosso brinco.” 
Apenas por essa declaração não é possível identificar quais são as doutrinas que a Drª Vilhena diz ter na igreja (?) que faz dos homens “vítimas” e as mulheres provocadoras. Ao que parece, ela aborda de forma generalizada um estigma cultural sobre vestimentas que não nasceu na igreja, muito embora também esteja (porque igreja é feita de pessoas), mas que diz respeito a todos os segmentos sociais e presente em todo mundo.
Na prática, Vilhena associa, mais uma vez de forma conclusiva, que a ideia de provocação feminina dos homens pelo tipo de vestimenta parte de alguma doutrina que tem na igreja cristã, muito embora não aponte objetivamente quais são essas doutrinas e nem faça diferença do que é tradição e o que é doutrina bíblica. Com isso, ela afirma:
“A partir do momento em que eu reproduzo esses discursos, dou uma base doutrinária, teológica, para que as mulheres tenham um maior cuidado em se vestir para não provocar as “vítimas”, que são os homens”
Por outro lado, se não há como apontar uma doutrina cristã que fomente a “cultura do estupro”, é possível dizer que outras religiões se encaixam no que a Drª Vilhena afirma, algo que uma Mestre em Ciências da Religião deve saber muito bem, embora não faça nenhuma referência a elas, como por exemplo o Hinduísmo e o Islamismo, duas das quatro maiores religiões do planeta.
No Paquistão, na China e na Arábia Saudita, países onde cristãos são perseguidos, presos ou mortos por anunciarem o amor ao próximo, o estupro só é caracterizado se o sexo for praticado com mulheres menores de 15 anos. Isto significa, por exemplo, que as esposas não podem denunciar seus maridos por violência sexual, porque eles têm o direito legal sobre elas.
Na Índia, país que segundo a ONU é o pior local para uma mulher viver, registrando um estupro a cada 21 minutos, o Manusmriti, por exemplo, coleção de livros bramânicos também conhecidos como Código de Manu na variada doutrina hindu, as mulheres são postas como pessoas que em nenhuma fase da vida possuem independência. A divisão social em “castas” é outro elemento doutrinário que inferioriza as mulheres “dalits”, por exemplo, destratadas por sua condição.
Para a doutrina islâmica, a religião que hoje mais cresce no mundo, o estupro é um direito legal do marido que pode obrigar sua esposa a ter relações sexuais contra sua vontade. Esses são apenas alguns exemplos do que são, de fato, doutrinas religiosas que incentivam a cultura do estupro.

Sobre ideologia de gênero, aborto e casamento gay

 Questionada sobre o papel da mulher na igreja, Valeria Vilhena afirmou que “A maioria dos evangélicos não têm mulheres à frente dos trabalhos”, e completa:
“Elas são bem-vindas para serem mulheres de oração, de intercessão, para arrumar a igreja, para levar toalhinha, para cuidar da limpeza da igreja e para fazer visitas. Elas estão nos espaços de serviços, não de liderança da igreja”
Talvez, o fato de a feminista Vilhena declarar na entrevista que não frequenta mais nenhuma igreja, porque não é mais, segundo palavras dela; “igrejeira”, seja o motivo pelo qual sua afirmação não encontra respaldo na realidade das igrejas evangélicas onde mulheres – e homens – não se dedicam apenas ao honrado serviço cristão de limpeza, visita e outros, mas também a funções de liderança como as de missões/evangelismo, ensino, discipulado, setores administrativos e também diaconado e pastorado nas denominações que aceitam ordenamento feminino.
Desprezar os demais cargos de liderança que homens e mulheres ocupam nas igrejas, bem como desconsiderar o impasse estritamente teológico do ordenamento feminino que nada tem a ver com depreciação de gênero, para dar destaque aos serviços de “menos destaque” como se estes fossem funções exclusivas das mulheres impostas pelos homens é, no mínimo, uma tentativa de induzir o leitor a uma compreensão equivocada da realidade.
Ao ser questionada sobre o papel da bancada evangélica no Congresso, Vilhena disse ver “com muita tristeza, como um profundo retrocesso”. Ao que parece, Vilhena pertence ao grupo dos cristãos que enxergam a laicidade do Estado como ausência de posicionamento perante as políticas públicas do Estado. É isto o que significa, na prática, a declaração a seguir:
“Dou aula para professores da rede pública na formação continuada e costumo falar: ‘se na sua religião é pecado se dar ao amor, ao afeto homo, não se dê esse prazer; se na sua religião é pecado o aborto, não cometa aborto’. ‘Na sua religião’ é seu foro íntimo, é seu sistema de fé, fé não pode ser imposta a toda uma sociedade.”
Em outras palavras, Valeria Vilhena afirmou que se um projeto de lei fere os princípios cristãos que entendemos ser o correto, não deveríamos nos manifestar contra ou a favor através de representantes legalmente constituídos pelo voto (como a bancada evangélica, por exemplo), porque isto seria a tentativa de impor um sistema de fé a toda sociedade.
O cristão, portanto, sob a perspectiva da Mestre Vilhena, deverá em nome da “laicidade” deixar com que o restante da sociedade decida por ele tudo o que achar melhor, reduzindo ao “foro íntimo” sua fé e, portanto, abrindo mão de seu direito garantido por lei de livre expressão, consciência, crença e exercício filosófico, especialmente manifestos através dos políticos que escolhe para lhe representar no Congresso.
Cristãos “progressistas” usam argumentos semelhantes, tais como os de Vilhena, para dizer que a liberdade do outro em abortar, por exemplo, não deve ser pautada por minha consciência do que é certo ou errado. Todavia, o que esses mesmos cristãos não percebem, ou, se percebem, ignoram, é que nós também respondemos pelo que o outro faz com sua liberdade quando deixamos de nos posicionar acerca do que acreditamos, quer moralmente, político ou economicamente.
Para Valeria Vilhena, outro exemplo, a ideologia de gênero deveria ser discutida na escola e isso seria legítimo, essa é a sua crença. Para ela, essa crença não significa a tentativa de impor sua “fé” na ideologia de gênero a toda sociedade. Todavia, pais que apoiam o Escola Sem Partido por não aceitarem a ideologia de gênero ensinada para seus filhos, são retrógrados, pois significa que estão tentando pautar as políticas públicas segundo suas crenças.
Seguindo essa “lógica”, portanto, Vilhena não fala de um Estado laico representado democraticamente por vários segmentos, mas de um Estado onde as manifestações e representações só tem valor quando concordam com sua visão de “progresso”. Na prática, isso é nada mais do que a tentativa de substituir a fé da maioria por uma fé depositada na ideologia de alguns.
Finalmente, em todo caso, os temas levantados por Vilhena merecem diálogo franco, como ela afirma. Porém, o que não podemos é confundir o que significa a Igreja de Cristo com placas denominacionais ou erros de alguns, sua doutrina bíblica com tradição, muito menos ideologia política com o evangelho de Cristo. Essa é uma lição de EBD que vale para todos os cristãos, incluindo os mestres.
Fonte: GOSPEL PRIME

Após terem igrejas queimadas, cristãos se reúnem na floresta



Os membros de seis igrejas da província de Ache, na Indonésia, estão vendo um crescimento inesperado após começarem a ser reunir na floresta para cultuar a Deus. Por causa do aumento da perseguição, os templos dessas congregações foram destruídos no ano passado por extremistas islâmicos.

De acordo com o World Watch Monitor, onze templos cristãos foram queimados no final de 2015 por uma multidão enfurecida, da qual faziam parte autoridades policiais. Essas ações fizeram parte de uma campanha incentivada por radicais muçulmanos para destruição de todas as igrejas.

Desde que província de Aceh, que funciona de modo semi-autônomo, adotou a lei sharia em 2001, tornou-se inviável qualquer manifestação religiosa não islâmica. A legislação exige que 60 assinaturas de muçulmanos sejam colhidas para que as autoridades permitam as obras. Banda Ache foi a região mais atingida pelo tsunami de 2004. Historicamente sempre foi um local de muita perseguição contra os cristãos.

Como o país vive um clima eleitoral, os crentes temem que as autoridades não deem novas licenças de construção, pois isso iria irritar os eleitores muçulmanos. Os membros das igrejas queimadas dizem que já esperam a mais de um ano e que as desculpas sempre mudam.

Lahmot, um cristão que teve o nome alterado por questões de segurança, disse que é “tarde demais” para que as autoridades lhes deixem voltar a usar os templos. Os cristãos vêm se reunindo ao ar livre, apenas das ameaças quase diárias e das chuvas tropicais que dificultam a reunião nessa época do ano.

“A chuva é frequente, mesmo assim continuamos com o culto. Ainda que nossas barracas estejam vazando e a água da chuva ou lama esteja por toda parte, ninguém vai embora”, explica um membro da Igreja Cristã Indonésia.

“Estou triste por termos de adorar em tendas improvisadas no meio de uma plantação de óleo de palma [dendê], mas continuamos animados”, disse Boru Manik, membro da igreja local.


 Fonte: Gospel Prime



















Implante de chip na mão é "sensação" na Austrália


A Austrália pode se tornar o primeiro país no mundo a oferecer implantes de microchip em larga escala para sua população. Desde 2010, o governo do país analisa um plano potencial de usar chips RFID para modernizar seu sistema de saúde.

Este ano, a ideia parece ter começando a se popularizar, contudo a motivação não é resultado de uma campanha do governo. Através de propagandas que tentam mostrar como os microchips implantados na pele trazem vantagens, a procura espontânea aumentou.

O NEWS.com.au publicou recentemente um artigo intitulado “Australianos abraçam a tecnologia de microchip para serem super-humanos”.

Segundo o site, um dos mais importantes do país, centenas de australianos estão querendo se beneficiar da oportunidade de abrir portas, ligar luzes e acessar computadores apenas com um aceno de mão.

A “garota propaganda” é Shanti Korporaal, de Sydney, que implantou dois chips diferentes, do tamanho de um grão de arroz, um em cada mão. Em uma delas tem o controle de portas e portões, não precisando mais de chaves e senhas para acessar o computador ou o celular.

Até sua Vespa ela adaptou para funcionar com o programa. Na outra mão, o implante funciona como um cartão de visita, além de se comunicar com o smartphone, permite a geolocalização e armazena dados médicos complexos.



Junto com o marido, ela criou o “Chip My Life”, um serviço de distribuição de implantes que pretende expandir a ideia para todas as regiões da Austrália.

Embora ainda esteja focado no nicho de mercado dos que se interessa por tecnologia de ponta, eles apostam alto. Korporaal espera que dentro de alguns anos seus microchips possam ser configurados para pagar as contas e, quem sabe, acabar com a necessidade de dinheiro e cartões de crédito.

“A ideia de super-humanos apresentada por muitas histórias de ficção já é real”, comemora. Em sua entrevista para o site australiano, Shanti, 27 anos, afirma que sua família e amigos já estão com inveja de seu novo estilo de vida com microchip.

“Eu tive mais oposição a minhas tatuagens que em relação ao chip. Meus amigos estão com inveja”, garante.


1200 usuários até o momento


O médico Amal Graafstra, que injetou os chips em Shanti Korporaal, garante que já fez o mesmo em cerca de 1.200 australianos. Segundo ele, após anestesia local, a inclusão é feita em dois segundos.

Com preços variando entre US$ 80 a US$ 140, qualquer um pode aderir.

Essas crescentes comunidades de “biohackers”, que acreditam que podem usar tecnologia para melhorar a performance humana, não se limita à Austrália. Recentemente, uma empresa da Suécia ofereceu aos funcionários a opção de trocar seus crachás por chips que abririam portas e marcariam o “ponto”. Mais de 400 aceitaram a proposta.

MKRdezign

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