ADEVRTÊNCIA DE PAULO COM OS MAUS PASTORES





At 20.28-35 “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue. 29 Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. 30 E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. 31 Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um. 32 Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e à palavra da sua graça, que tem poder para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados. 33 De ninguém cobicei prata, nem ouro, nem vestes; 34 vós mesmos sabeis que estas mãos serviram para o que me era necessário a mim e aos que estavam comigo. 35 Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber”.



Quantas pessoas inocentes e ignorantes estão sendo enganadas por esses falsos MESTRES? Famílias inteiras estão passando por grandes privações para seguirem os seus dogmas fundamentalistas de indulgências e inquisições; deixando até de alimentar os seus filhos para engordar as contas bancárias milionárias destas mega-igrejas multinacionais; enchendo suas malas de milhões e milhões de dinheiro.



Fazer analogias e semelhanças entre o sacerdócio levita e os “sacerdócios” de vários títulos religiosos de hoje, fica ainda mais complicado para eles.





Paulo neste contexto não está tratando com a Igreja, mas com o presbitério.



“Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus” (v.1).


O trabalho do pastor é: Vigiar (1ª Pe 5.8), admoestar (1ª Ts 5.12), expor a Palavra para edificação (vv.32; 1ª Tm 4.6).


Paulo dá um exemplo a todos os ministros de Deus. Ele nunca visou a riqueza, nem buscou enriquecer através do seu trabalho no evangelho (cf. 2ª Co 12.14). Paulo teve muitas oportunidades de acumular riquezas. Como apóstolo, tinha influencia sobre os crentes, e realizava milagres de curas; além disso, os cristãos primitivos estavam dispostos a doar dinheiro e prosperidades aos líderes eclesiásticos de destaque, para serem distribuídos aos necessitados (At 4.34, 35, 37). Se Paulo tivesse tirado vantagem dos seus dons e da sua posição, e da generosidade dos crentes, poderia ter tido uma vida abastada. Não fez assim porque amava o evangelho que pregava (cf. 1 Co 9.4-18; 2ª Co 11.7-12; 12.14-18; 1ª Ts 2.5-6). Por isso ele diz para seus liderados: “Mais bem-aventurado é dar que receber”.



Paulo escreve para advertir a igreja cristã sobre os falsos mestres (lobos vorazes), que estavam ameaçando a Igreja do primeiro século com suas heresias e com fins lucrativos (mercantilista). Também não é diferente em nossos dias, pois certos líderes fazem da obra de Deus fonte de lucro, ou seja, transformaram a casa de Deus num oba! oba!



Devemos contestar aquilo que julgamos ser contrário à Palavra de Deus. Combater aquilo que consideramos estranho ao Evangelho, ou seja, o uso de objetos para usufruir melhores bênçãos de Deus ou para afastar maldições. Devemos alertar incessantemente o povo de Deus sobre algumas heresias no meio evangélico. O cristão-evangélico necessita usar alguma coisa tangível (cordões, anéis, pulseiras, vassouras, varinhas mágicas, pedras, cajados, rosas, sal grosso, etc), que funcionariam como amuletos, para receber ou aumentar as bênçãos divinas, garantir salvação, aumentar a fé ou afastar demônios ou maldições? De maneira nenhuma devemos usar estes tipos de amuleto, Jesus Cristo disse na sua Palavra: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. Sabemos que a Bíblia diz que o anjo do Senhor acampa ao redor dos que os teme e os livra; e Paulo diz aos Corinto que o Espírito Santo habita em nós, por isso não precisamos de amuletos como muitas igrejas estão ensinando, a nossa fé deve ser fundamenta em Cristo Jesus e na Sua Palavra. A compra e venda de objetos para serem usados como amuletos, ainda que com o objetivo de cobrir despesas extras, não condiz com a vida cristã.



Lamentavelmente a indústria da fé tem substituído os sãos princípios que emanam da Palavra de Deus. Com a adoção de práticas místicas e outros elementos de sabor duvidoso, as correntes dos “milagres” há muito perderam o fio da meada no que tange ao verdadeiro sentido do Evangelho de Cristo. Como no romanismo, onde até o Senhor Jesus é substituído por coisas, relíquias, ossos de santos, manto e por sua mãe, no meio dito evangélico só mudam os ingredientes, permanecendo o mesmo sentido. A finalidade é quase a mesma auferir lucros para manter a organização a pleno vapor. Enquanto isso a verdade continua sendo ignorada pela multidão em demanda do benefício. Uma verdadeira inversão de valores tem ocorrido ultimamente com a adoção de medidas “profiláticas” visando libertar o corpo em detrimento da alma que permanece tão maculada como uma fornalha a expelir fuligem. Nota-se que o convite feito aos milhares são no sentido de receberem benefícios físicos e prosperidade, nunca para que o ser humano se reconheça pecador, arrependa-se e entregue-se a Jesus. Fossem os apelos nesse sentido imagine se as igrejas estariam tão cheias como acontece nesses meios. Precisamos nesses últimos dias levantar arautos pata fazer valer suas finalidades ante o caos reinante onde o caráter homocentrista suplanta o teocêntrico. A continuar esse estado de coisa a mensagem real de salvação tenderá a ser empanada pela ambição de inescrupulosos “líderes” que não têm o mínimo temor de Deus. Aliás, se tivesse, não considerariam o Criador como um reles empregado obrigado a auferir dividendos aos “pedintes da sorte”.



Não sei por qual razão os mercadores ainda não lançaram no mercado da fé produtos de há muito conhecidos, tais como vela de sete dias, rosário, imagens e chifre de boi. E por que não uma pirâmide ungida, uma cabeça de bode, um tridente para ferrar o diabo? Ou uma corda para amarrar os demônios? Por que não santificar e ungir todos os símbolos do Movimento Nova Era e do ocultismo, e vendê-los? Poder-se-ia alegar que o sagrado estava tomando o lugar do profano.



Que tal a idéia da imagem ungida do Senhor Jesus na Glória? Pois o seu sangue e o seu manto já não estão nas prateleiras? Há realmente campo para diversificação nessa área: o perfume de Madalena, já cantado em hinos, poderia ser ungido para ser usado no dia-a-dia; os cabelos que enxugaram os pés de Jesus; o jumentinho ungido, que carregou Jesus; pedaços da cruz de Cristo; pequenas gotas do mar vermelho, por onde o povo passou; a capa milagrosa de Elias; fios da barba de Arão.



Estas inovações eu considero fogo estranho no meio da congregação.


Paulo advertindo Tito contra os falsos mestres diz: “Porque existem muitos insubordinados, palradores frívolos e enganadores, especialmente os da circuncisão. É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância” (Tt 1.10-11).



Três características dos hereges:

Sua atitude: Insubordinada contra a autoridade da Palavra de Deus.

Sua atividade: Palradores frívolos, cabeça vazias, com discursos vão.

Sua ambição: Enganadores, vigarista em matéria de religião.



Ensinam o que não devem, ou seja, um evangelho fácil, com barganha, um evangelho corrompido, por torpe ganância. Fala-se mais de dinheiro do que a Palavra de Deus como se Deus fosse um comerciante. Há muitos que ensinam a crerem em Deus, em troca de um belo carro, mansão e outros bens materiais deixando de lado o mais importante: a salvação da alma.



Vejam o que Paulo diz: “É preciso fazê-lo calar”. Mas, como poderemos calar os falsos ensinadores? Eu respondo. Precisamos nos munir da Santa Palavra de Deus que é a espada do Espírito, da oração e consagração assim estaremos revestidos para a batalha contra os falsos ensinadores que Satanás introduz no meio dos cristãos para perverter o evangelho da graça.



Que Deus ilumine o nosso leitor para que ele possa entender a grande verdade do evangelho e ser ricamente abençoado pelo Senhor.



A ordenança de Jesus para ao jovem rico.

“Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19.21).



Não é pecado ter bens materiais, mas não devemos ter o coração nos bens materiais. O jovem era religioso, pois conhecia os mandamentos, mas estava com seu coração preso aos seus bens materiais, e não tinha nenhum amor com os necessitados. E Jesus conhecendo seu coração mandou vender os seus bens e doar aos pobres. Entretanto, este saiu triste pela ordenança de Jesus, pois seu coração era avarento.



Estratégica dos mercantilistas



Em Mt 22.17-21 os herodianos com malícia perguntam a Jesus: “Dize-nos, pois: que te parece? É lícito pagar tributo a César ou não? 18 Jesus, porém, conhecendo-lhes a malícia, respondeu: Por que me experimentais, hipócritas? 19 Mostrai-me a moeda do tributo. Trouxeram-lhe um denário. 20 E ele lhes perguntou: De quem é esta efígie e inscrição? 21 Responderam: De César. Então, lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.



Jesus respondeu que sim, Ele cairia em desgraça com o povo, que detestava o domínio romano. Se respondesse que não, seus inimigos o denunciavam ás autoridades romanas como traidor. Jesus não poderia contraria as autoridades do império romano, e nem tampou a lei, pois Ele veio ao mundo para cumpri-la e abolir.



[...] Pastores que pregam sobre prosperidade. Alguns desses “pastores” ensinam que Deus quer que todos os seus filhos sejam ricos e que uma pessoa somente adoece por falta de fé. São mundanos e extremamente interessados nos prazeres terreais. Observe-os enquanto falam e conte o número de anéis que têm nos dedos ao pedirem ofertas e dízimos para seus ministérios. Muitos têm um salário altíssimo. Por favor, não me entenda mal. Não há nada de errado em um pastor receber um salário adequado. No entanto, quando o pastor torna-se milionário e vive em uma grande mansão e fazendas com as ofertas recebidas do seu “rebanho”, então é realmente um lobo mercenário, interessado apenas em ganhar muito dinheiro (Alan Yusko).



Pr. Elias Ribas
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